Eu também vivia assim

A necessidade de uma mulher ou as leis do homem?

Os líderes religiosos da época de Jesus tentavam de todas as formas levá-lo a violar a lei. Eles queriam mesmo era pegar o Mestre com a boca na botija, como falam. Aconteceu que estava Jesus ensinando na sinagoga quando viu uma mulher encurvada. Havia um espírito que a afligia e a mantinha doente há 18 anos e por isso ela não conseguia andar ereta. A necessidade de uma mulher ou as leis do homem? Jesus sabia que para Deus valia muito mais a vida daquela mulher do que aquilo que os homens interpretavam de suas leis. Jesus não pensou duas vezes e a libertou daquele mau. (Lucas 13:10-13)

Quando eu li essa passagem ontem a noite, não quis atacar o legalismo religioso (apesar de que merecia daria um belo post), mas não, só consegui olhar pra minha vida e pensar um pouco nela. Me vi no lugar dessa mulher. Lembrei de quem eu era, um homem torto, doente, carregado de pecados, distante de Deus e sem esperança. Um dia encontrei alguém que não me julgou pela minha aparência, não disse que eu deveria cortar o cabelo ou fazer a barba, não disse que eu deveria mudar minha maneira de me vestir ou parar de ouvir rock, mas que simplesmente me amou, me curou, aliviou o meu fardo e me deu um futuro. Encontrei Jesus.

Jesus odeia o legalismo religioso

Somos tão inibidos em fazer o bem, mas criticamos quem o faz. Temos uma visão tão bitolada do evangelho que acabamos nos afastando do amor e compaixão. Jesus gastou a sua vida por pecadores, vidas que nós geralmente discriminamos (muitas vezes pelo simples fato delas não se encaixarem em nossos padrões). Em todo o tempo Ele amou, fosse na rua ou no templo, num sábado ou numa segunda, levando cura a quem necessitava, como foi um dia foi comigo e com você.

Posts relacionados

Comentários