4 verdades incovenientes sobre namoros

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Vem dia dos namorados, passa o dia dos namorados e é quase tudo sempre igual. Algumas pessoas parabenizam a si mesmas por estarem solteiras e assim evitarem “dor de cabeça” enquanto outras pessoas lamentam-se por ainda não ter encontrado ou vivido um grande amor. Fato é que, atualmente, tudo o que se fala sobre amor, namoro, relacionamento e casamento, deve ser analisado minuciosamente, pois nas entrelinhas dos discursos, pode-se estar imposição de comportamentos, apenas experiências individuais dos líderes e ensinamentos sem base bíblica sólida, apenas enraizados em ensinos da psicologia e outras ciências.

Hoje pretendo apresentar quatro verdades que observei ao longo de minha vida cristã. São baseados em minha experiência trabalhando e aconselhando jovens, a partir da minha leitura bíblica e também de leituras de conteúdos diversos relacionados a área de relacionamento. Elenco essas quatro verdades abaixo. Leia, repasse e critique se necessário, mas apenas não deixe de refletir.

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O amor que eu encontro em você

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Eu não sei nada sobre o amor, e é com ela que tenho aprendido tudo.

Se eu lhes dissesse que sou um exímio Don Juan seria mentira, eu e Deus sabemos dos foras que já tomei. Se eu lhes dissesse também que sou um fracasso total, seria uma mentira, talvez não tão grande quanto a primeira, mas uma mentira.

Não sei nada sobre o amor, mas confesso que nos últimos tempos, tenho aprendido algumas coisas. E quero sugerir a leitura desse texto, mesmo que um pouco longo, para que através de uma experiência que não é uma regra para ninguém, Deus possa te fazer pensar no que Ele sonhou em um relacionamento para a sua vida de acordo com Sua vontade.

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Amor que transforma

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Por muito tempo pensei que aqueles que moravam nas ruas eram apenas pessoas menos favorecidas financeiramente. Por muitas vezes, as olhei com pena, sentia um peso no coração por alguns minutos, criticava o governo e, então, voltava para a minha vida com um teto e comida na mesa. (Será que era apenas eu quem fazia isso?)

Tempos atrás, um amigo da igreja me convidou para um projeto dos jovens chamado “Bom Samaritano” e eu, sem entender bem a dimensão de tudo, fui. Através desse projeto, eles levam roupas, travesseiros, comida e a Palavra de Deus àqueles que se encontram nas ruas.

Ao ver o amor daqueles jovens por aquelas pessoas, percebi que, apesar da minha capa de pseudointelectual que se indigna com a situação, notei que eu nunca havia me despido de mim mesma e realmente me colocado no lugar daquelas pessoas. Eu era o sacerdote ou o levita de Lucas 10.25-37! Aquele que ignora as necessidades dos outros. Que não olha para o próximo. Levita, que neste texto, não tem o sentido de “músico” como alguns gostam de rotular, mas daquela tribo que foi separada para servir no Templo. Chamados para servir a Deus e ao Seu povo, e eu só estava me preocupando em alimentar a mim mesma, aos meus desejos e aos meus sonhos.

Que tipo de cristã eu estava sendo?

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Concebendo Misericórdia

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Bem-aventurados os misericordiosos, pois obterão misericórdia‘ (Mateus 5:7)

O útero de uma mulher é um órgão precioso. Durante a gravidez, ele deixa de agir em benefício exclusivo de sua dona, sofre inúmeras transformações e se torna o lugar onde o bebê irá encontrar tudo o que precisa para se desenvolver: proteção, amor, abrigo, alimento e assim, pode amadurecer e se preparar para enfrentar o mundo. De acordo com André Chouraqui, a palavra hebraica que Jesus usa nesse versículo para descrever aquele que tem misericórdia faz referência ao útero da mulher. O útero que promove a vida refletindo a maneira como a misericórdia age.

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Até as pedras gritam: “O amor é um Verbo”

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Na maioria das vezes em que pensamos em AMOR ou ouvimos alguém falar a respeito, bate em nós como que de reflexo, uma ideia romântico-sentimental do termo que nos leva instintivamente a lugares comuns, porém um tanto quanto superficiais e perigosos.

Desde cedo somos ensinados que devemos amar o “papai e a mamãe” porque afinal de contas eles “merecem” ser amados pela simples explicação de nos ter gerado. Quando crescemos e conhecemos aquela pessoa especial pela qual nos apaixonamos transferimos a mesma responsabilidade de “sentir” amor pra sempre mesmo depois de conhecer as incompatibilidades, as “ranhetisses” e as deficiências do outro.

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“Amigos para sempre” da última semana

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De carona com os termos “geração coca-cola” e “geração fast food”, pensei a respeito da liquidez da vida e da velocidade com que as coisas se esvaem por entre os nossos dedos nos dias de hoje. É interessante ver que ter coisas e ser alguém se confunde nesse processo e tudo acaba virando uma coisa só. Acabo vivendo pra ter e tendo pra ser e o contrário disso é alienação.

Em um contexto onde o tempo virou artigo de luxo, tudo tem que ser bem administrado. E quando digo administrado, quero dizer, “se for para investir tempo em algo, que este me traga benefícios”. “Que me faça rir, pois estou estressado, que me faça chorar aliviado, pois estou muito tenso, que desvie o foco dos meus problemas, porque tenho muitos e não me venha com mais os seus, porque preciso descansar”.

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